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sábado, 14 de abril de 2012

História do Dia do Índio Comemoramos todos os anos, no dia 19 de Abril, o Dia do Índio. Esta data comemorativa foi criada em 1943 pelo presidente Getúlio Vargas, através do decreto lei número 5.540. Mas porque foi escolhido o 19 de abril? Origem da data Para entendermos a data, devemos voltar para 1940. Neste ano, foi realizado no México, o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. Além de contar com a participação de diversas autoridades governamentais dos países da América, vários líderes indígenas deste contimente foram convidados para participarem das reuniões e decisões. Porém, os índios não compareceram nos primeiros dias do evento, pois estavam preocupados e temerosos. Este comportamento era compreensível, pois os índios há séculos estavam sendo perseguidos, agredidos e dizimados pelos “homens brancos”. No entanto, após algumas reuniões e reflexões, diversos líderes indígenas resolveram participar, após entenderem a importância daquele momento histórico. Esta participação ocorreu no dia 19 de abril, que depois foi escolhido, no continente americano, como o Dia do Índio. Comemorações e importância da data Neste dia do ano ocorrem vários eventos dedicados à valorização da cultura indígena. Nas escolas, os alunos costumam fazer pesquisas sobre a cultura indígena, os museus fazem exposições e os minicípios organizam festas comemorativas. Deve ser também um dia de reflexão sobre a importância da preservação dos povos indígenas, da manutenção de suas terras e respeito às suas manifestações culturais. Devemos lembrar também, que os índios já habitavam nosso país quando os portugueses aqui chegaram em 1500. Desde esta data, o que vimos foi o desrespeito e a diminuição das populações indígenas. Este processo ainda ocorre, pois com a mineração e a exploração dos recursos naturais, muitos povos indígenas estão perdendo suas terras.

domingo, 25 de setembro de 2011

ACEITO ENCOMENDAS



quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

segunda-feira, 19 de julho de 2010







Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixam de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o voo.
Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em voo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o voo, isso elas não podem fazer, porque o voo faz parte da natureza dos pássaros. O voo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado.

Rubem Alves

sábado, 17 de julho de 2010




Chapeuzinho Vermelho

Era uma vez uma menina chamada Chapeuzinho Vermelho, que tinha esse apelido pois desde pequenina gostava de usar chapéus e capas desta cor.

Um dia, sua mãe pediu:

- Querida, sua avó está doente, por isso preparei aqueles doces, biscoitos, pãezinhos e frutas que estão na cestinha. Você poderia levar à casa dela?
- Claro, mamãe. A casa da vovó é bem pertinho!

- Mas, tome muito cuidado. Não converse com estranhos, não diga para onde vai, nem pare para nada. Vá pela estrada do rio, pois ouvi dizer que tem um lobo muito mau na estrada da floresta, devorando quem passa por lá.

- Está bem, mamãe, vou pela estrada do rio, e faço tudo direitinho!

E assim foi. Ou quase, pois a menina foi juntando flores no cesto para a vovó, e se distraiu com as borboletas, saindo do caminho do rio, sem perceber.

Cantando e juntando flores, Chapeuzinho Vermelho nem reparou como o lobo estava perto...

Ela nunca tinha visto um lobo antes, menos ainda um lobo mau. Levou um susto quando ouviu:

- Onde vai, linda menina?

- Vou à casa da vovó, que mora na primeira casa bem depois da curva do rio. E você, quem é?

O lobo respondeu:

- Sou um anjo da floresta, e estou aqui para preteger criancinhas como você.

- Ah! Que bom! Minha mãe disse para não conversar com estranhos, e também disse que tem um lobo mau andando por aqui.

- Que nada - respondeu o lobo - pode seguir tranqüila, que vou na frente retirando todo perigo que houver no caminho. Sempre ajuda conversar com o anjo da floresta.

- Muito obrigada, seu anjo. Assim, mamãe nem precisa saber que errei o caminho, sem querer.

E o lobo respondeu:

- Este será nosso segredo para sempre...

E saiu correndo na frente, rindo e pensando:

(Aquela idiota não sabe de nada: vou jantar a vovozinha dela e ter a netinha de sobremesa ... Uhmmm! Que delícia!)

Chegando à casa da vovó, Chapeuzinho bateu na porta:

- Vovó, sou eu, Chapeuzinho Vermelho!

- Pode entrar, minha netinha. Puxe o trinco, que a porta abre.
A menina pensou que a avó estivesse muito doente mesmo, para nem se levantar e abrir a porta. E falando com aquela voz tão estranha...

Chegou até a cama e viu que a vovó estava mesmo muito doente. Se não fosse a touquinha da vovó, os óculos da vovó, a colcha e a cama da vovó, ela pensaria que nem era a avó dela.

- Eu trouxe estas flores e os docinhos que a mamãe preparou. Quero que fique boa logo, vovó, e volte a ter sua voz de sempre.

- Obridada, minha netinha (disse o lobo, disfarçando a voz de trovão).

Chapeuzinho não se conteve de curiosidade, e perguntou:

- Vovó, a senhora está tão diferente: por que esses olhos tão grandes?

- É prá te olhar melhor, minha netinha.

- Mas, vovó, por que esse nariz tão grande?

- É prá te cheirar melhor, minha netinha.

- Mas, vovó, por que essas mãos tão grandes?

- São para te acariciar melhor, minha netinha.

(A essa altura, o lobo já estava achando a brincadeira sem graça, querendo comer logo sua sobremesa. Aquela menina não parava de perguntar...)

- Mas, vovó, por que essa boca tão grande?

- Quer mesmo saber? É prá te comer!!!!

- Uai! Socorro! É o lobo!

A menina saiu correndo e gritando, com o lobo correndo bem atrás dela, pertinho, quase conseguindo pegar.

Por sorte, um grupo de caçadores ia passando por ali bem na hora, e seus gritos chamaram sua atenção.

Ouviu-se um tiro, e o lobo caiu no chão, a um palmo da menina.

Todos já iam comemorar, quando Chapeuzinho falou:

- Acho que o lobo devorou minha avozinha.

- Não se desespere, pequenina. Alguns lobos desta espécie engolem seu jantar inteirinho, sem ao menos mastigar. Acho que estou vendo movimento em sua barriga, vamos ver...

Com um enorme facão, o caçador abriu a barriga do lobo de cima abaixo, e de lá tirou a vovó inteirinha, vivinha.

- Viva! Vovó!

E todos comemoraram a liberdade conquistada, até mesmo a vovó, que já não se lembrava mais de estar doente, caiu na farra.

"O lobo mau já morreu. Agora tudo tem festa: posso caçar borboletas, posso brincar na floresta."
Para que contar histórias?

A importância de contar histórias vai muito além do que fazer somente uma recreação. Através das histórias enriquecemos as experiências infantis, desenvolvendo as diversas formas de linguagem, assim ampliando o vocabulário, formando o caráter, desenvolvendo a confiança na força do bem, proporcionando a ela viver o imaginário.



OS TRÊS PORQUINHOS
ERA UMA VEZ TRÊS PORQUINHOS QUE VIVIAM COM A SUA MÃE, COMO JÁ ERAM CRESCIDOS A MÃE DISSE-LHES QUE CHEGARA A HORA DE CADA UM IR Á SUA VIDA.
RESOLVERAM CADA UM CONSTRUIR A SUA PROPRIA CASA.
O MAIS PREGUIÇOSO CONSTRUIU UMA CASA COM PALHINHAS, FOI O MAIS RAPIDO E ASSIM PODE IR BRINCAR, O SEGUINTE CONSTRUIU UMA CASA COM PAUS, TAMBEM ACABOU RAPIDAMENTE E FOI JUNTAR-SE AO SEU IRMÃO, O TERCEIRO MAIS VOLUNTARIOSO CONSTRUIU A SUA CASA COM TIJOLOS.
CHEGADA A NOITE CADA UM FOI PARA A SUA CASA, O LOBO MAU QUE ANDARA TODO O DIA A OBSERVA-LOS E ESTAVA FAMINTO FOI BATER Á PORTA DO PRIMEIRO PORQUINHO.
-TRUZ,TRUZ
-QUEM É- DISSE O PORQUINHO ASSUSTADO
-SOU EU O LOBO E QUERO ENTRAR, SE NÃO ABRIRES VOU SOPRAR, SOPRAR ATÉ A CASINHA VOAR.
E ASSIM O FEZ , A CASA RAPIDAMENTE VUOU, O PORQUINHO FUGIU PARA A CASA DO IRMÃO SEGUIDO DO LOBO QUE BATEU NOVAMENTE Á PORTA.
-TRUZ TRUZ
-QUEM É - PERGUNTARAM OS PORQUINHOS ASSUSTADOS
-SOU EU O LOBO E QUERO ENTRAR SE NÃO ABRIREM VOU SOPRAR, SOPRAR ATÉ A CASINHA VOAR.
ASSIM O FEZ , A CASA VUOU E OS PORQUINHOS FUGIRAM PARA A CASA DE TIJOLO DO TERCEIRO PORQUINHO, SEGUIDOS DO LOBO
-TRUZ TRUZ- VOLTOU O LOBO A BATER CADA VEZ MAIS ESFOMEADO
-QUEM É PERGUNTOU O PORQUINHO MAIS VELHO
-SOU EU, O LOBO E QUERO ENTRAR, SE NÃO ABRIRES VOU SOPRAR SOPRAR ATÉ A TUA CASINHA VOAR.
ASSIM O FEZ, MAS A CASINHA NEM UM MILIMETRO MEXEU, O LOBO OLHOU PARA A CHAMINÉ E PENSOU QUE SERIA POR ALI QUE PODERIA ENTRAR E SUBIU AO TELHADO, MAS O PORQUINHO QUE ERA MUITO ASTUTO TINHA UM GRANDE CALDEIRÃO COM ÁGUA A FERVER, QUANDO O LOBO ENTROU CAIU DIRECTAMENTE DENTRO DO CALDEIRÃO DANDO UM SALTO TÃO GRANDE QUE FOI PARAR AO MEIO DA FLORESTA E ATÉ HOJE NUNCA MAIS NINGUEM OUVIU FALAR NO LOBO MAU.